"Não rimarei solidão
com a palavra distração
Isso não explicará o que sinto
Não explicará as tardes vazias
Que, deitada, fico a sonhar
com sonhos repletos de magias
que se afastam, em vez de aproximar
Não rimarei tédio
com a palavra remédio
Isso não explicará o que sinto
Porque o meu tédio não tem cura
Nem é possível ser mensurado
Meu tédio beira à loucura
Pois dela vem acompanhado
Não rimarei apatia
Com a palavra homeopatia
Isso não explicará o que sinto
Pois a apatia de mim é senhora,
Sem hora para aparecer
Em meu sangue ela se revigora
Em meu peito vai se acolher
Eu não preciso de distração
para minha solidão
Não há no mundo remédio
que cure o meu tédio
Não existe homeopatia
que me arranque essa apatia.
O que eu preciso?
Viver. Ver.
E, quem sabe, esquecer. "
com a palavra distração
Isso não explicará o que sinto
Não explicará as tardes vazias
Que, deitada, fico a sonhar
com sonhos repletos de magias
que se afastam, em vez de aproximar
Não rimarei tédio
com a palavra remédio
Isso não explicará o que sinto
Porque o meu tédio não tem cura
Nem é possível ser mensurado
Meu tédio beira à loucura
Pois dela vem acompanhado
Não rimarei apatia
Com a palavra homeopatia
Isso não explicará o que sinto
Pois a apatia de mim é senhora,
Sem hora para aparecer
Em meu sangue ela se revigora
Em meu peito vai se acolher
Eu não preciso de distração
para minha solidão
Não há no mundo remédio
que cure o meu tédio
Não existe homeopatia
que me arranque essa apatia.
O que eu preciso?
Viver. Ver.
E, quem sabe, esquecer. "
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